Foi com essa frase que Sam Altman lançou oficialmente a Sora, a nova ferramenta de inteligência artificial da OpenAI que transforma simples comandos de texto em vídeos ultra-realistas — ainda limitados a até 20 segundos, mas já dando um gostinho do que vem por aí.
O visual da Sora é uma virada de chave em relação ao GPT: um layout que lembra um feed social, pensado para estimular a colaboração criativa entre usuários. E, claro, a novidade já vinha sendo anunciada desde fevereiro, quando o CEO deu uma prévia com vídeos pra lá de inusitados — lembra dos golfinhos pedalando uma bike? Ou dos goldens apresentando um podcast? Pois é, o hype foi real.
E, mesmo que existam outras ferramentas texto-para-vídeo por aí, o diferencial é o impacto da OpenAI ao liberar isso direto para os 10 milhões de usuários pagos do ChatGPT. De quebra, ainda tem o apelo para os 200 milhões de usuários totais. O resultado? Quando a Sora foi lançada, os servidores mal deram conta! Sam Altman precisou vir a público com um “demand higher than expected (…) doing our best!” para acalmar os ânimos.
Ah, e sobre money… 💸 A OpenAI aproveitou o lançamento para introduzir o plano Pro, custando US$ 200/mês. Ele inclui mais créditos para usar a Sora, remoção da marca d’água e maior resolução nos vídeos. Até então, a única opção premium era o Plus, de US$ 20/mês. Ou seja, estão claramente subindo a régua.
Mas segura essa: o impacto vai muito além da OpenAI. A indústria global de produção de vídeos, avaliada em 70 bilhões de dólares, pode estar prestes a mudar para sempre. Não é exagero dizer que o jogo subiu de nível… e nós estamos na primeira fila para assistir.
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